A imortalidade era uma das preocupações do primeiro imperador da China

Arqueologia

A imortalidade era uma das preocupações do primeiro imperador da China

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13 de fevereiro de 2018

A  mais de 2000 anos atrás o primeiro imperador chinês Qin Shi Huangdi, fundador da dinastia Qin, estava preocupado com a imortalidade. Ele ordenou que sua administração achasse um elixir da imortalidade,  revela um texto bimilenário descoberto no sul do país, informa a agência China New.

 

A obsessão do imperador com a vida eterna já era conhecida, ele havia construído o enorme mausoléu subterrâneo em Xian, no norte da China, preenchido com quase 8000 soldados de terracota para protegê-lo na cidade do ‘além’. Este exército foi descoberto em 1974, mas ao estudar textos encontrados em 2002 no fundo de um poço na província de Hunan, na China central, os arqueólogos acabaram de identificar que Qin Shi Huangdi também havia ordenado a busca nacional por um elixir que o daria a vida eterna.

 

O corpo de texto gravado em lâminas de madeira originalmente conectados entre si por cordas inclui um decreto imperial que ordena uma missão para os quatro cantos do império, bem como com respostas um pouco envergonhado das autoridades locais dando satisfação ao monarca.

 

“Uma aldeia chamada Duxiang informou que nenhuma cura milagrosa ainda foi encontrada, o que implica que a pesquisa continuaria”, disse Zhang Chunlong, do Instituto Hunan de Arqueologia citado pela China News Agency. Outra localidade chamada Langya, na atual província de Shandong, “relatou grama reunida em uma montanha sagrada”.

 

Esta descoberta apóia a idéia de que o primeiro guerreiro a unificar a China “teve uma administração efetiva e uma grande força executiva, na época em que o transporte e as comunicações eram difíceis”, diz Zhang Chunlong. O imperador Qin Shi Huangdi tinha sistemas de peso padronizados e fez uma moeda para estabelecer com êxito e centralizar seu poder. A busca do elixir foi inútil, pois Qin Shi Huang morreu em 210 aC após onze anos de domínio imperial.

 

Um total de 36.000 lâminas de madeira com mais de 200.000 caracteres chineses verticalmente caligráficos foram descobertos no fundo do poço no oeste de Hunan em 2002. Este foi o meio mais comum de escrita na China antes da descoberta do papel no início do primeiro milênio da nossa era. Os arqueólogos continuam a estudá-los para entender as informações contidas em suas escrituras.

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